30.07.09

Nada de ideias obscuras...!

Uma visita rapidinha aqui pelo meu Pensatório... Para dizer pequenas coisas como: amanhã é o meu último dia no meu trabalho comedor de ideias!

 

Iuuuupyyy!!

 

Outra é q estou a preparar um Post q está arrecadado nos rascunhos à espera q eu tenha tempo suficiente p o acabar, é enorme... pela primeira vez vou ter q dividir um post em 2! É sobre borrachinhos! Ou Borrachões...

 

Não th mt tempo para escrever agr por que está a dar o Sobrenatural q eu adoro muuuuito!

 

Amanhã quem sabe!

sinto-me: sobrenaturalmente apressada!
música: ??
publicado por kelita às 22:54

28.07.09

 

Comecei eu tão afoita na arte de blogar, com o cérebro a transpirar de ideias paras as cá vir depositar e eis que... o trabalho mas comeu! O trabalho estupidifica uma pessoa, acreditem que é verdade!

Estou a trabalhar e não consigo vir aqui, chego a casa e já só penso em me deitar na minha doce cama! Bem, convém dizer que não consigo escrever absolutamente porque nada se me escorre desta massa cinzenta mas ainda consigo dar uma vista de olhos pelos Blogs em destaque e alguns que já tenho como predilectos!

Gostaria de partilhar qualquer coisa interessante que eu sei que descobri por aqui, nas internetes, um destes dias mas eu nem me consigo recordar sobre o que quero falar! Felizmente ainda não me esqueci do meu nome... e mais felizmente ainda, despedi-me hoje!

Eu estava a tentar criar um novo template todo fonix, cheio de ideias mas a coisa morreu na pasta as minhas imagens, o que é o mesmo dizer que morreu ainda antes de nascer. Será que é hoje que eu o consigo criar? Duvido... Sim, estou a trabalhar AINDA!  E ainda até 6f! Valha-me, será que th forças pra aguentar?

Esperemos q hoje me escorra qq coisa desta cabeça moída pela arte de procurar processos...

sinto-me: estupidificada
música: Let the SunShine In, Aquarius
publicado por kelita às 15:07

14.07.09

Aaah! Porque não fui eu estar quieta, dentro da anormal normalidade o meu dia que até estava a correr muito bem... Para que fui eu dar um tiro no pé e matar com a certeza a bela da ilusão em que eu habitava?! A descoberta de alguém do passado foi um presente dos céus se esse presente não viesse envenenado...! As pessoas do passado não se mantêm no passado elas caminham para o futuro, só eu é que teimo em ficar presa ao passado, envolvendo-o com sonhos e esperanças para o futuro! M£RD@

Indo ao que já deveria ter vindo e deixando o que passou. Fui eu a um Sô Dr. pra ele me dizer o que eu já gritava há muito tempo sem me aperceber contudo que era isso realmente o que eu procurava: espaço! O meu espaço. ... DÊEM-ME ESPAAAAAAÇO! Pois porque apesar de pequenina eu preciso e gosto muito do meu espaço. Porque sou uma pessoa que reflicto muito sobre os acontecimentos que aconteceram, não aconteceram, podiam ter acontecido e gostava que tivessem acontecido... isto no passado mas também tudo no futuro! - No presente não tenho muito tempo, é fiz e pum! Está feito. (às vezes corre bem, outras nem por isso) - Como estava a dizer/escrever, vá lá então, eu reflicto muito e para tal preciso do meu espaço. O que leva a graves situações de atritos e de descargas de energias muito negativas, pode-se nomear assim. O que é péssimo para quem habita perto de moi.  E também para mim, faz-me sentir um bicho do mato incompreendido. (pode ser este, tem a sua graça.)

 

Pode-se com toda a certeza apelidar-me carinhosamente de a incompreendida! (talvez deva mudar o título ou adicionar: um tiro no pé da incompreendida e pela própria!) E incompreendida porquê? Isto é difícil de explicar e envolve muita coisa que de momento não me sinto preparada para enveredar por. Porém, uma das razões para assim ser é que escolho, não sei bem como é feita a selecção mas escolho sempre o caminho mais complicado e tortuoso e tenho sempre a sensação que não chego a lado nenhum. Apesar de ponderando as coisas cheguei, cheguei a quem sou hoje. Uma criatura inacabada que tem muitos sonhos e planos misturados, só ainda me faltou dizer que queria ter asas e voar! Por que já fui desde querer casar com o Príncipe William, era muito pequena, confesso; a querer ir para a Gronelândia salvar pinguins! - Hoje funciono um pouco nem tanto ao mar nem tanto à terra: ambiciono casar com o meu próprio príncipe que já desconfio que ainda nem foi inventado... e ter uma mota! Grandes progressos, posso eu afirmar!

Talvez seja altura de começar a falar a sério, aqui há uns tempos atrás senti a necessidade de me afastar de toda e qualquer pressão que eu sentisse. Os amigos ligavam-me a falar dos problemas e de cada vez que escutava algum deles eu sentia como que se me tivessem amarrado uma mais um barril cheio de chumbo as pernas. De cada vez que escutava os problemas de alguém sentia-me a afundar cada vez mais num mar escuro. Um dia tive de me libertar disso tudo, deixei de estar presente e passei a ser cada vez mais ausente: a não atender chamadas, não responder a sms nem a e-mails. Cortei todas as amarras que me puxavam firmemente para baixo. Não se trata de uma depressão nem de uma crise emocional, ou tão pouco de uma mudança de humor, trata-se de eu me querer encontrar! Eu que me perdia há tantos anos atras e até hoje tenho-me encontrado aos pedaços. Um pedacinho aqui e outro ali, a colagem não tem sido sem esforço nem sem sofrimento mas tem sido gratificante, pois vejo-me crescer enquanto ser humano e gosto de quem vejo. Vejo-me a mim. Por vezes a imagem torna-se um pouco difusa, o nevoeiro instala-se nos meus dias e caminho na bruma. Sinto-me que nem uma caravela dos descobrimentos em mares ainda não navegados em dias de grande nevoeiro. O sol brilha para lá das densas camadas de nevoeiro e isso acalma-me e mantêm-me firme no rumo que tomo, posso não saber ainda bem para onde me dirijo mas sei que o Sol brilha para esses lados. E assim continuo dia após dia a perseguir o Sol, é nele que vou buscar as minhas forças e a alegria de continuar.

Há dias em que posso simplesmente apreciar o calor do Sol na minha face e contemplar interiormente a criatura que me tornei. Não perfeita mas a cada dia que passa mais eu. Consigo ver cada passo fora do traço que deveria ter seguido e posso apontar o que chamaria de erro se acreditasse em erros. Não acredito em erros ou em más decisões, acredito em desvios ao percurso traçado de início, se não tivesse tomado esse rumo diferente nunca teria chegado aqui. Talvez nunca tivesse mesmo chegado pois acredito que foi esse caminho que tomei há uns 7 anos ou 8 atras que me tornou numa incompreendida, que me partiu em pedacinhos. Não culpo mais ninguém pela minha forma de destruição/reconstruição se não eu, fui eu que tomei as decisões. Sou eu que, por vezes, quando ainda penso que posso mudar o passado e tornar os meus sonhos o meu futuro, lamento as escolhas que fiz. Estou num tal momento de plenitude, não completa mas ainda assim plenitude, que quase que consigo traçar a minha vida num mapa. Os caminhos que fiz, que se poderiam dividir em os mais fáceis ou os mais difíceis, e os caminhos que poderia ter feito. A plenitude não traz apenas isso, traz também a certeza de que eu faria as mesmas escolhas ou as escolhas semelhantes porque eu tenho a mania de dar tiros nos meus próprios pés. No momento de escolher, escolho sempre errado. Por isso mesmo agora tento tomar o máximo de cuidado a tomar uma decisão, ponderar bem os prós e os contras. Contudo, as decisões acabam sempre por se revelar "tiros no escuro" pois não estão só dependentes de nós, estão também dependentes dos outros. E é aí que eu dou o tal tiro no pé! Conto sempre com determinada acção por parte da contraparte e... dou sempre um tiro no pé.

Assim, sou: incompreendida, sonhadora, pensadora, criança e mulher. Uma fénix que renasce das próprias cinzas. -- que comparação tão usada e ousada! Querer comprar-me a uma criatura mítica... -- mas sou forte e desfaço-me em pedaços e faço-me de forte e colo-me de novo. Sozinha nesses momentos porque são só meus e porque quero sentir-me orgulhosa de mim. São os meus pedaços que não quero espalhados ao vento nem colados ao contrário. Não os colo como querem nem como dizem as indicações mas fui eu que os colei à minha imagem. São parte de mim e de quem quero ser, de quem vou ser. Assim o espero. Caminho sozinha a maior parte do tempo, sou confusa ou instável alguns dizem mas não vêem a beleza da minha construção. Não apreciam o momento que me levanto depois da queda, não vêem a forma como limpo as lagrimas e sacudo o cabelo, apenas me vêem cair e exclamam: ela caiu de novo, não sabe o que faz nem sabe o que quer. Não me olham nos olhos e não vêem o brilho de quem quer vencer, não me querem nem conhecer. Pensam que conhecem e tomam-me como certa na queda.

Esta sou eu, um pedaço de mim que chora por alguém que acabou de perder. Alguém que nunca teve. Uma pessoa que está feliz com o que constrói, apesar do pó e dos dias sombrios agradece cada pedaço que descobre e retribui ao seu lugar. Onde uns vêem caos eu vejo esperança. Um pedaço de Sol que se reflete num pedaço novo de mim.

sinto-me: plena
música: Iris, Goo Goo Dolls
publicado por kelita às 22:08

13.07.09

O dia começou solareiro com uma corrida para o Hosp. Sta. Maria para uma consulta de rotina. Na sala de espera a minha cabeça encheu-se de ideias e de planos, ser uma recém-licenciada tem como maravilha primeira a panóplia de oportunidades zero à nossa escolha. É o escolhe o que queres para ti, torna-o possível do zero. Vai à procura dos teus limites, cria o teu mundo e as tuas oportunidades. No meio do ambiente festeiro que se criava no meu cérebro nunca poderia eu adivinhar as sombrias nuvens que se aproximavam...

No consultório médico o procedimento corria sem sobressaltos até que chegou à parte da prescrição dos medicamentos, a médica posou a caneta e anunciou que eu iria passar a tomar Lepicortinolo 20mg, um primo da tão temida cortisona. A reacção não poderia ser a mais natural: "eu não quero tomar, não quero ficar gorda. Prefiro as consequências da não toma." Mas não havia volta a dar, eu ia tomar aquele primo da cortisona, o tal nolo... na altura a situação não se assemelhou metade do aterrador que no caminho de volta a casa acabou por ter. No transporte público, mais conhecido por autocarro e que é um lugar onde eu por acaso penso mais profundamente ou mais conscientemente, o peso das palavras fez-se sentir. Tomar aquele nolo iria provocar o que eu a tanto esforço quero evitar, engordar, ficar com a cara que nem uma lua cheia. E aqui nem se trata de correr para emagrecer e evitar os doces para manter a linha, trata-se mesmo de um efeito da cortisona, inchar as pessoas que nem balões.

Podemos ser conscientes ou racionais completamente livres de emoções em relação a isto, o medicamento vai ser para o meu bem. Para a minha saúde, para evitar que toda esta situação se agrave. Mas como posso ser eu racional quando todos os dias que eu vir a minha cara eu achar que estou a ver a minha cara e a de outra igual a mim no mesmo pescoço?! Quando todos os dias de manhã eu olhar para o espelho e sentir que aquela não sou eu? Não se trata apenas de um sentido de estética e do que os outros acharão mas sim de como eu me vou sentir. Para quem está de fora pode se tratar de uma futilidade e podem até dizer que o que interessa é o que está por dentro, o que eu concordo mas também interessa o que está por fora!

Sei que vou ser eu à mesma mas isso não significa que me vá sentir bem comigo. Só me resta esperar que a coisa não seja assim tão grave e o nolo seja meiguinho. De cada vez que um tentáculo desta maldição silenciosa se estende só me apetece gritar e pontapear e ficar revoltada com o mundo. Mas o mundo não tem culpa nem ninguém que habite nele tem. Como posso culpar alguém pelo facto do meu sistema imunitário ser um imbecil que nem reconhece a própria dona?! Talvez culpar-me a mim mas eu não fiz nada de errado para ele se tornar confuso. Seria a mesma coisa que castigar um homossexual por ter preferido alguém do mesmo género.

Sonhos, esperanças e planos, de cada vez que se elevam parecem condenados a cair no abismo. A ser amarrotados por um comprimido de 20mg ou pela partida de alguém. Pela falta de alguém. Pela falha de alguém ou pelas minhas próprias falhas. Falta-me tanta coisa. Tanto por conquistar, tanto por amar e tanto por conhecer que não me posso deixar agarrar por este tentáculo espinhoso. E dizia eu que hoje era um dia tranquilo... Mais uma batalha a ser vencida. Sou perita em batalhas destas. Cair e levantar-me é uma mestria da qual eu sou mestra. Choro por dentro todos os dias com a falta que alguém que não conheço nem sei nunca se vou conhecer me faz. Choro pelo pai que tenho como se não tivesse porque é um pai que não me quer. Choro porque os que amo e me amam estão tão longe, a família que Deus me permitiu escolher que ficou num sítio que amo tanto mas que está tão longe. Choro porque luto e luto e não vejo as recompensas, talvez elas sejam ver o quanto cresci e o quanto aprendi. Por mais que chore não desisto, vou continuar a minha luta e vou erguer a face para os seus e apreciar cada coisa boa que venha. Seja o Sol numa manhã de trabalho, seja a brisa numa pausa de almoço. A chuva que cai numa noite de erros será o lavar da minha alma. Mas tudo isto será sempre bom porque eu vou continuar a lutar pelo que acredito e anseio.

Talvez como dizia um amigo, podes até engordar com esse tal nolo mas não vais deixar de ser tu. E nós, os teus verdadeiros amigos, vamos estar sempre contigo e vais ser sempre a mesma para nós. Talvez fosse a isto que ele se tivesse a referir. Palavras tão boas vindas de tão longe, soam a bênção dos céus. Foram e são uma das melhores coisas da minha vida, são uma bênção na minha vida.

O dia acabou numa confusão de encontro e desencontro mas ainda assim acabou bem, trouxe a bênção dos céus.

sinto-me: receosa
música: Surround me, Scott Stapp
publicado por kelita às 19:03

08.07.09

Apesar de apenas ter 22 anos não posso negar que Michael Jackson me marcou como a tanta gente, recordo-me de ser ainda menina e de ouvir vezes sem conta "Black or White". Esta foi, em miúda, a música que mais me marcou, anos depois "Billie Jean" com o seu ritmo que fica no ouvido e nos põe imediatamente a dançar e tantas outras que são magníficas pelo seu ritmo, simplicidade e pela inconfundível voz de Michael Jackson. É impossível negar que era efectivamente uma estrela, o Rei dos Reis, e que foi uma grande perda para o mundo da música mas não é isso que me faz escrever aqui sobre este assunto.

 

Ontem foi-lhe feita uma homenagem em LA; família, amigos e fãs reuniram-se lá para lhe dar um último adeus. Por um lado até achei bonito que lhe fosse prestada uma homenagem assim porém achei de tão mau gosto estar lá o caixão e terem exposto os filhos dele. Os filhos que ele sempre protegeu, chegando mesmo a fazê-los usar um véu, para que ninguém os reconhecesse e que eles pudessem levar uma vida normal. Para além da exposição que foram colocados também me chocou a forma como permitiram que as crianças ali tivessem e que uma delas, Paris de 11 anos fizesse uma declaração. Por mais bonita e sentida que fosse essa declaração nada é suficiente, nada justifica a exposição e a pressão que aquela criança foi colocada. Mesmo que ela quisesse prestar a sua homenagem ao pai e o seu amor, realmente foi lindo, foi tocante, diante de 18 mil fãs dizer que ele era o melhor pai que ela poderia ter imaginado e que o amava muito. Revelou muita coragem por parte daquela pequena criança e muita falta de sensibilidade por parte dos familiares, que a deveriam proteger da exposição.

Apreciei bastante a homenagem que Brooke Shields lhe prestou que para mim foi das que mais contou, para além da que a filha de Michael Jackson fez. No meio de todo aquele show foi a que me pareceu que estava a ser mais autêntica, tentando trazer a todos um pouco do Michael que ela conhecia, admirava e amava. Um Michael que não era apenas uma estrela mas também uma pessoa cheia de vida e de boa disposição. Gostei bastante da descrição que ela fez dele e da comparação que fez com o Principezinho.

Para além desta homenagem na RTP1, que foi sempre interrompida pelos comentários, por vezes inoportunos dos comentadores e jornalistas, também vi uma entrevista na SIC feita a Michael Jackson por um Martin qq coisa  (já deu um pouco tarde), 8 meses antes da morte do cantor. A entrevista pareceu-me uma melhor homenagem ao cantor, apesar de expor pormenores dolorosos e escandalosos, foi consentida pelo cantor. Ele tinha optado por mostrar uma parte da vida dele e dele mesmo que normalmente escondiam, para além disso abriu as portas do seu rancho Neverland e de seu coração. Ao longo da minha infância e até agora sempre ouvi criticas e comentários sarcásticos sobre as opções do cantor, desde o seu aspecto à forma como conduzia a sua vida pessoal e infelizmente passando pelas acusações que lhe foram feitas.

Na entrevista, falou um pouco sobre os processos e sobre a sua difícil infância e adolescência, chegando mesmo a afirmar que ele era o Peter Pan, dentro do seu coração. Poderão chamar-me de inocente ou até de coisas piores mas para ser sincera eu acreditei em cada palavra que ele disse. As acções dele e as palavras para mim coincidiram e fizeram sentido, ele poderia ser considerado um freak show mas eu não o quero nem vejo assim, vejo-o exactamente como ele e Brooke Shields se referiam: um menino, um homem que em criança não teve oportunidade de o ser e que o era em adulto. Não o considero uma pessoa desajustada, infantil e sem inteligência mas pelo contrário, acho que era extremamente inteligente, sensível e inocente. Uma pessoa que decidiu manter o seu lado criança vivo e viver num mundo só dele. É assim que o vejo e é assim que me quero lembrar sempre dele.

Outra coisa que sempre me irritou, a forma como era criticado e gozado. Ninguém sabe os motivos que o levaram a tomar as decisões que tomou e a ter as atitudes que teve. Ninguém está acima da suspeita nem acima de nada ou alguém. É algo que tendemos a esquecer, que todos somos imperfeitos e que nalgum momento da nossa vida tomamos decisões e temos atitudes que vistas de foram poderão parecer bizarras mas que para nós terão todo o sentido. Convém não esquecer disto a próxima vez que se apontar o dedo a alguém, deveríamos ter mais compaixão com o próximo.

Agora que se foi espero que tenha descanso e que os seus filhos consigam fazer a sua vida o mais normal possível. Espero que não sejam vistos como meios para chegar à herança de Michael Jackson e que sejam protegidos de todo o mal. Que possam ser crianças normais apesar de um pai fazer sempre falta, seja ele o Michael Jackson ou o Zé da esquina. Sinceramente espero que elas não sofram no meio desta corrida à herança do Michael Jackson, Rei da Pop, Principezinho, Peter Pan.

 


06.07.09

Trata-se da mais estranha associação, um Pensatório e estações de metro. Se considerarmos que não se trata de estações de metro mas sim de autocarro ou de comboio, que são os meios de transporte que utilizo todos os dias... a associação não poderia ser mais correcta. É pois, no autocarro que me surgem os grandes (ou pelo menos eu gosto de pensar que são) pensamentos! Quantas vezes me dou conta a lamentar o facto de não ter o meu grande companheiro (o meu lindo e magnífico portátil) e de poder imediatamente escrever aquela epifania que me deu! Ou por vezes de poder fazer aquela pequena reclamação! Infelizmente o meu telemóvel, neste momento, é quase da idade da pedra: recebo SMS e envio (Às vezes várias ao mesmo tempo, maravilha que o meu espantoso 3G não conseguia concluir), umas chamadas efectuadas e recebidas também me calham, as perdidas ele também as conta e por fim, as MMS que só recebe se forem bem pequeninas e enviar só se já tá tiver alguma imagem. É um aparelho extremamente limitado, como se pode ver, pelo que é incapaz de me permitir o acesso à internet. =/

Terei de me fazer acompanhar de um bloco de notas!

Por enquanto, o template encaixa-se na fase que percorro neste momento, por isso e só por isso, não se trata de pura preguiça nem nada, vou deixar ficar este. Quiçá quando me sentir confortável o suficiente não faço um mais de acordo com o Pensatório... Quando me surgirem as ideias originais para isso.

Isto trata-se de uma apresentação, do blog ou da ideia que está na base dele ou de mim... ainda não sei ao certo. Mas já dá para ver que eu escrevo 'pra caraças' e digo muito pouco. A ideia do blog no fundo será escrever as coisas que circulam pela minha cabeça de forma a eu chegar a algum lugar ou escrever uns textos jeitosos! Quem sabe?

Já tive um blog onde debitei os meus desamores e lamentos todos mas mantive-o no anonimato e este, penso que o vou atirar para a ribalta do meu hi5 =D! Convém avisar que me encontro num momento em que o Pensatório está a transbordar de ideias e muitas delas aparecerão aqui sem nexo, como noutro dia referi algures: as minhas ideias estão fragmentadas! Por isso, cuidado com os estilhaços... ;)

E por fim, por que fazer uma apresentação/explicação do Pensatório? Porque sim, porque eu não gosto de quando as coisas caem do céu e eu não sei porquê. Se eu não gosto, também poderá existir mais curiosos por aí que gostem de saber.

sinto-me: extasiada
música: Broken, Scott Stapp; Bring me Back to Live (wild remix), !!!
publicado por kelita às 20:24

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